25 de novembro de 2009

Educação ambiental pode mudar

Texto: Monique Oliveira
Foto: Monique Oliveira

Há pouco mais de um ano, uma pesquisa feita pelo IBOPE dizia que 91 por cento dos jovens (de 14 a 18 anos, de escolas públicas e privadas) se importam pouco ou nada com problemas ecológicos. Isso prova o mínimo de engajamento dos educadores nas escolas em tentar melhorar as condições de ensino e/ou em tentar introduzir na metodologia pedagógica ensinamentos que ajudem aos pequenos cidadãos a tomar atitudes que resultem de uma boa educação ecológica.


Porém, mesmo nem tudo está perdido. Em Mesquita, município da Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, o projeto chamado Sala Verde têm desenvolvido há mais de 3 anos projetos que proporcionam conhecimento ecológico dentro de todo o município inclusive nas escolas.

“Acredito mesmo que com a educação ambiental podemos expandir a sabedoria e o conhecimento para nosso futuro, as crianças. O trabalho que nos fazemos é constante e têm nos dado um resultado fantástico. As crianças chegam em casa e passam o que aprenderam para os pais que muitas vezes não tinham tais informações até aquele momento”, conta Débora Pires que é coordenadora do projeto .

Quem sabe com esse exemplo, outras escolas tomem a decisão de ensinar a respeitar o que temos de mais valioso no mundo, o próprio meio em que vivemos? Tomara.

Se quiser acompanhar o trabalho desse projeto acesse: http://salasverdes.blogspot.com.

Reciclar é preciso

Texto: Monique Oliveira
Fotos Montagem: Ana Maria/Monique Oliveira


“As pessoas ficam surpreendidas com o trabalho. Não acreditam que sejam latas reaproveitadas. Fico feliz por que além de tudo é o meu ganha pão”


Ana Maria, 39 anos, artesã, moradora de Nilópolis, Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, é criadora do projeto de reciclagem Aproveitando Lata que faz com que embalagens de produtos industrializados voltem ao mercado com outra função útil.

Ela faz a parte dela!

Recarregue suas ideias!

Texto: Thalita Gois
Foto: Divulgação

A aparência é inofnesiva, mas a bateria do seu celular e as pilhas usadas nos brinquedos das crianças oferecem riscos a sua saúde e a saúde do planeta. Os componentes desses objetos são metais não-biodegradáveis, tóxicos e perigosos como: cádmio, chumbo e mercúrio. Essas substâncias quando saem da sua residência dentro do mesmo lixo que você jogou materiais higiênicos e o restinho do almoço tem destino certo: os lixões e é aí onde mora o perigo. Os elementos tóxicos contaminam o solo, chegam às vias pluviais e, em seguida, na torneira da sua casa, habitando em você de maneira cumulativa. Todo cuidado é pouco!

Para reciclar estes materiais não é complicado! Na maioria das estações do metrô há lixeiras específicas para este tipo de material. Informe-se a respeito de outros postos de recolhimento e oriente a todos para que façam o mesmo.

A corrente só funciona quando quem participa acredita!

Eu reCICLO sacolas!

Texto: Thalita Gois
Foto: Divulgação

Você pode chamar formigas, baratas, ratos e outros bichos deste tipo de pragas urbanas, mas nunca se deu conta de que praga mesmo são as sacolas de plástico que você “consome” toda vez que vai as compras. Pela praticidade e comodidade na década de 80 o Brasil “abraçou a causa” e esta idéia (de gerico - com todo respeito) ganhou força e hoje se tornou um problema que deve ser sanado. E você deve estar se perguntando: mas em que uma sacola plástica prejudica tanto o meio ambiente? Eis os motivos:

*O plástico é um derivado do petróleo (substância não renovável);
*Sua degradação pode levar até um século;
*9,7% de todo o lixo é formado por sacos plásticos;
*O consumo excessivo de energia e água para a produção deste material.

Esses motivos são suficientes para que você abandone as sacolas plásticas, mas para estimular ainda mais a sua consciência, que tal ir as compras com uma bolsa super-transada, colorida e ecologicamente correta? Para os mais tradicionais estão disponíveis em alguns supermercados sacolas tão eficientes e discretas. Não há mais desculpas: comprar, embalar e preservar é só começar!

Impacto profundo

Texto: Thalita Gois
Foto: Divulgação

Você saberia dizer qual é a exata distância entre a Antártida e o Brasil? São quilômetros de distância, o percurso é longo, mas esta mesma distância está sendo “encurtada” à medida que a sua preocupação com mundo também diminui.

Para o membro da Convenção das Nações Unidas para o Combate da Desertificação, Heitor Matallo, com o degelo das calotas polares o nível do mar está em constate elevação onde o resultado a longo prazo será de até 4,9 metros. O efeito será devastador: escassez de comida, disseminação de doenças, além de encobrir diversas áreas litorâneas do país e provocar mortes.
Acordou?

Estamos aqui para falar o português claro e objetivo: queremos que saiba que você é sim co-responsável pelas enchentes, pelo calor excessivo e pelas modificações demográficas do Brasil e quiçá do Planeta.

Qual é o tamanho da sua responsabilidade? E hoje: qual será a sua atitude?

A sua vida depende da saúde do Planeta e o Planeta depende de você!